Prólogo
“Um mundo asséptico e seguro, construído sobre verdades inquebrantáveis. Mas o que ocorre quando as certezas começam a tremer?”
Interlúdio
Um radialista mantém programa noturno, no qual conversa com todos os “tipos estranhos”, pessoas exóticas, incluindo quem acredite em alienígenas infiltrados em nosso planeta. Um dos ouvintes telefona para o apresentador e diz que um alienígena possuiu seu corpo: é ridicularizado pelo radialista. Ao final do expediente, o radialista está prestes a embarcar em seu automóvel, quando o tal “maluco” aparece diante dele e comete aparente suicídio, ateando fogo ao próprio corpo, previamente encharcado com combustível.
Nesse momento, acontece algo bizarro, pois “um ser” – com forma humanóide – sai do corpo do suicida e logo é dissolvido, como se fossem faíscas apagando. A partir daí começa o “inferno astral” do radialista, o qual se vê às voltas com explicações às autoridades policiais, mais problemas profissionais, pois os patrocinadores do programa que apresenta se retraíram por causa do escândalo (morte) na frente da emissora, etc.
Em um programa seguinte, o radialista recebe para entrevista um homem e uma mulher, membros de uma “seita” chamada “crentes”. Eles defendem que o planeta Terra está sendo colonizado por uma civilização oriunda de outro mundo. Estando em fase inicial o processo de colonização, há – ainda – um número reduzido de alienígenas, os quais “vivem” dentro de corpos humanos, sem os hospedeiros suspeitarem. Eles aguardam a chegada de mais congêneres, para a dominação total da Terra.
Depois da experiência inusitada com o “alienígena” deixando o corpo do suicida, o radialista passa a sofrer outras estranhas sensações, como a de perceber a presença dos seres dentro de humanos, por freqüências de luz. Ao investigar um desses fenômenos, o radialista “testemunha” o que parece ser uma comunicação de um extraterrestre com alguma nave espacial ou algum mundo distante, por meio de um estranho artefato emissor de luz.
O radialista perde o emprego e fica obcecado com a questão dos alienígenas, a ponto de tomar atitudes radicais para “provar seu ponto”. Mas, finalmente, ele perceberá que a verdade é muito mais terrível do que poderia ter imaginado [...].
Epílogo
“Se desprezamos o que não entendemos, talvez nos demos conta de que o preço por semelhante arrogância seja a aniquilação.”
FLORI ANTONIO TASCA
Advogado, sócio de TASCA ADVOGADOS, OAB PR 756.
Coordenador do Curso de Bacharelado em Direito da FADEP.
Membro Honorário da Força Aérea Brasileira, FAB.
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